LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 203: O PANDINHA E O RATO
Abertura do Velocult ontem no Cine Livraria Cultura do Conjunto Nacional. É claro que eu não poderia deixar de ir, nem de levar o filhote. Mesmo sem saber como seria o evento de abertura da exposição.
Foi emocionante. O vídeo em homenagem aos pilotos brasileiros foi de arrepiar. Idem as homenagens aos velhos pilotos, jornalistas, mecânicos (representados pelo eterno Miguel Crispim Ladeira) e construtores de carros de corrida (como Toni Bianco) que tiveram, cada um a seu modo, importância fundamental na história do automobilismo brasileiro.
Quando Emerson Fittipaldi entrou na sala do cinema, o burburinho diminuiu. A reverência ao eterno campeão foi coletiva e espontânea. Gabriel nunca o viu correr, a não ser antigos vídeos. Nunca teve oportunidade de torcer por ele, ou por vitória da equipe Fittipaldi. Mesmo assim, conhece a importância do "Rato" para o automobilismo brasileiro. E o ar entediado, típico de pré-adolescente que não conhece o significado de "esperar", foi substituído por um desejo: "Quero tirar uma foto com o Emerson!".
Esperamos todas as homenagens e fizemos a foto. E ainda pudemos conversar um pouco com Emerson sobre seus netos Pietro e Enzo, que já estão ganhando corridas nos Estados Unidos. Nessa hora, os olhos do campeão brilharam e o rosto ganhou uma expressão tão juvenil quanto a que havíamos visto minutos antes, nos vídeos com imagens das históricas conquistas na Fórmula 3, na Fórmula 1 e na Fórmula Indy. Um daqueles momentos para serem guardados para sempre.
Marcadores: Emerson Fittipaldi, Gabriel, La Mosca Blanca



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