PandiniGP

Automobilismo, motociclismo, música, política, cinema, história... Este é um espaço para compartilhar ideias, opiniões, imagens, sonhos e loucuras. Divirta-se!

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Jornalista nascido em Santos - safra 1968 - e radicado em São Paulo desde 1985. Twitter: @pandinigp. "A única diferença entre um louco e eu é que eu não sou louco." (Salvador Dalí)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

SUGESTÕES DE PRESENTE DE NATAL PARA OS DILETOS LEITORES



O blogue PandiniGP deseja a todos seus leitores Boas Festas e um excelente 2012. E, sempre disposto a prestar serviços de utilidade pública, apresenta três sugestões de presente de fim de ano: os livros "Crime de Imprensa", de Palmério Dória e Mylton Severiano; "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Júnior; e "O Brasil Privatizado", de Aloysio Biondi.


"Crime de Imprensa" trata da cobertura (?) jornalística (??) feita pela "grande mídia" nas eleições de 2010. Desmascara toda a parcialidade dos veículos que se proclamam "isentos" e "independentes". E relata os estratagemas que a "grande mídia" é capaz de utilizar (e utiliza) para defender seus interesses - que nunca coincidem com os da população, especialmente a menos favorecida social e economicamente.


"A Privataria Tucana" e "O Brasil Privatizado" mostram, com provas, o "assalto ao patrimônio público brasileiro" - definição constante na capa do livro de Amaury sobre o que a "grande mídia" e o governo FHC chamou de "processo de privatização" das empresas estatais. Ou como o patrimônio de todos os brasileiros passou para as mãos de uns poucos amigos dos próceres do governo FHC - e em troca de quê.


Sobre o livro de Amaury, muito se escreveu na blogosfera nos últimos dias. Só na blogosfera: a "grande mídia" continua fingindo que o livro não existe, ou publicando risíveis artigos tentando desqualificar o autor e o conteúdo do livro. Um tiro no pé: como observou Luiz Fernando Emediato, da Geração Editorial, "todo mundom quis ler o livro que a mídia censurou". Se alguém duvida do sucesso, já foram vendidos 130.000 exemplares. Nenhuma das dezenas de obras anti-Lula e anti-PT lançadas nos últimos anos chegou a isso.


"O Brasil Privatizado" foi publicado em 2000, mesmo ano da morte de seu autor, o jornalista Aloysio Biondi. O livro coloca a descoberto os esquemas ilícitos das privatizações e desmascara a propaganda cuidadosamente elaborada para que a população fosse induzida a aceitar as privatizações como remédio para todos os males do Brasil e, também, como passaporte para um verdadeiro paraíso. Passados mais de dez anos das privatizações de serviços como telefonia e fornecimento de eletricidade, pergunto: alguém está está satisfeito com o que recebe? Considera justo o preço cobrado? É bem atendido quando precisa de alguma assistência?


Boas festas e feliz 2012 a todos.


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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

72 PORSCHES NO GRID


Belíssimo registro feito na manhã de hoje em Interlagos. Na reta dos boxes, 72 Porsches de corrida e todo o staff da categoria. Eu estou em algum lugar da primeira fila, de camisa branca.

O "click" foi feito pelo camarada Luca Bassani enquanto tonitruava frases do quilate de "Estou com um buraco atrás! Preciso encher!".

Os pedreiros que trabalhavam nas obras do autódromo devem ter adorado.

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MOMENTO PAI CORUJA

Ler elogios espontâneos a um filho é sempre bom. Mais ainda quando partem de gente que sabe do que está falando. É o caso do camarada Luc Monteiro, locutor de altíssimo nível (quem acompanha as corridas pelo canal Speed sabe do que estou falando) e companheiraço nas jornadas de trabalho do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil e do Porsche Club do Brasil.

Ontem, levei Gabriel a Interlagos, aproveitando a relativa calmaria do primeiro dia de treinos livres. O moleque fez entrevistas, sentou nos carros, viu o autódromo da torre de controle e queria (isto não deu para fazer) conhecer de perto o lago menor, que acabou secando após a reforma feita em 1989-1990. Ficou autódromo durante todo o dia e conheceu um monte de gente. Luc foi um dos que prestaram atenção à adaptação de Gabriel ao ambiente. Dessa observação nasceu este texto, que - confesso - me surpreendeu além da conta.

Obrigado pelas palavras elogiosas, camarada. É tudo o que, emocionado, consigo escrever neste momento.

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

SOBRE AS "DENÚNCIAS" DE VERSTAPPEN

Se você não sabe do que estou falando, por favor leia esta notícia publicada ontem em vários sites. Em seguida, volte aqui.

Muito bem. Se Verstappen, além de falar, tivesse apresentado alguma prova, eu o levaria a sério. Como não apresentou e baseou sua fala em suposições e achismos, eu o considero leviano. Simples assim.


Se ele quisesse "denunciar" alguma coisa, deveria tê-lo feito na época, e não 18 anos depois. Mas convenhamos: na época ele tinha medo de se queimar, não é? Passado tanto tempo, com a carreira praticamente encerrada (em boa parte por não encontrar lugar em nenhuma categoria de ponta) e sem ter o que perder, sai falando o que bem entende. Mesmo que seja verdade, falou tarde demais.

Convenhamos: Nelsinho Piquet foi - vamos dizer assim - bem mais corajoso. Fez suas denúncias contra Flavio Briatore menos de um ano depois do "Singapuragate".

Sobre as ajudas eletrônicas: elas realmente foram encontradas na Benetton, "desativadas e apenas para captação de dados" (quáquáráquáquá). Só que também foram encontradas, "desativadas e apenas para captação de dados" (quáquáráquáquá), na Ferrari, na McLaren e na... Wiliams. Mas, das outras, a brasileirada não faz muita questão de lembrar.

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domingo, 4 de dezembro de 2011

DILMA E OS PUSILÂNIMES


A foto acima já é a mais comentada do dia entre os blogueiros de esquerda. Sem tempo para fazer maiores considerações a respeito (e eu tenho muitas), publico o que coloquei no Facebook:

Dilma sendo interrogada em 1970 pelos esbirros da ditadura. No rosto dela, a convicção de quem lutava por uma causa justa. No deles, não dá para saber: os pusilânimes esconderam a cara no momento em que a foto foi tirada.


A isso, somo as duas ilustrações abaixo e também uma sugestão de áudio. Em 2008, o infame senador José Agripino Maia (DEM-RN), um dos lambe-botas beneficiários da ditadura, tentou encurralar a então ministra da Casa Civil evocando declarações dela de que "mentia muito" durante as sessões de tortura às quais foi submetida. Recebeu dela esta resposta, que deve estar doendo até hoje na cabeça do coprólito político.



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