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Jornalista nascido em Santos - safra 1968 - e radicado em São Paulo desde 1985. Twitter: @pandinigp. "A única diferença entre um louco e eu é que eu não sou louco." (Salvador Dalí)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A FOTO PROMETIDA. E MAIS UMA HISTORINHA COM O QAPA


Conforme prometi no post anterior, esta é a foto do "pódio" de uma das últimas corridas de kart que disputei com o camarada Luiz Vicente Miranda Apa. Aconteceu na Granja Viana em agosto. Da esquerda para a direita: Bruno Terena, quarto colocado, fazendo pose de decepcionado com a colocação; Rafael Munhoz, segundo; Rodrigo França, eufórico vencedor; Qapa, terceiro; e eu, quinto. O clique foi feito pelo camarada Bruno Vicaria, com a máquina do França.

Junto com a foto, uma recordação de outra ocasião. Todos vocês devem se lembrar que, na noite de 10  de novembro de 2009, um "apagão" afetou 12 estados e deixou várias cidades (São Paulo incluída) sem energia. Pois precisamente naquela noite haveria uma prova da FIAK no kartódromo de Interlagos. A luz acabou quando eu, Natali Chiconi e Vicaria, que nos dava carona, estávamos na avenida do kartódromo, quase chegando. No meio do breu total, chegamos à pista e cumprimentamos os amigos que também iriam participar da prova, Qapa incluído. Aos poucos, foram chegando as notícias da dimensão do apagão e ficou claro que a energia não seria restabelecida tão cedo. Fomos embora.

No dia seguinte, Luiz Vicente me ligou (ou eu liguei para ele - honestamente, não lembro mais).

- Fala, LV! Há quanto tempo, fazem quase dez dias que não te vejo...

- Cê tá louco, Panda? A gente se viu ontem no kartódromo!

- A gente se encontrou, mas eu não te vi porque estava escuro...

Piada totalmente infame, eu sei. Mas foi talvez a única chance que tive de usá-la com algum sentido. Eu esperava (seria perfeitamente compreensível) algum muxoxo do tipo "Nossa, essa foi horrível!". Em vez disso, ouvi Luiz Vicente explodir do outro lado da linha em sua gargalhada única, que - agora vou parafrasear algum cronista, e peço perdão por não lembrar quem é - deveria ter sido tombada pelo patrimônio histórico.

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