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Jornalista nascido em Santos - safra 1968 - e radicado em São Paulo desde 1985. Twitter: @pandinigp. "A única diferença entre um louco e eu é que eu não sou louco." (Salvador Dalí)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 185: CHRISTOPHER CROSS, PILOTO DE COMPETIÇÃO


O cantor pop Christopher Cross disputando provas de Fórmula Super Vê nos Estados Unidos, em 1986 (foto acima, carro 22) e 1987 (no alto). As fotos, como quase todas deste post, são de autoria do estadunidense Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com/).

Álbum "Every Turn of The World", lançado por Christopher Cross em 1985. 

Este post também poderia estar alocado na seção "Um pouco de música, para variar". Fato é o seguinte: na virada da década de 1970 para a de 1980, todo mundo que ligou uma das emissoras de rádio FM existentes em Santos e cidades adjacentes (como São Paulo, por exemplo) ouviu alguma coisa do cantor, guitarrista e compositor texano Christopher Cross. Naqueles anos, era praticamente impossível desconhecer Never Be The SameArthur's Theme (Best That You Can Do), Sailing, All Right, Ride Like The Wind e outras músicas menos votadas. Até hoje, várias delas (para não dizer todas elas) podem ser ouvidas nas rádios direcionadas ao público na faixa dos quar... digo, ao público que aprecia a música pop das décadas de 1970 a 1990. (Tenho um monte de amigos e amigas com grilo por causa da idade e não quero estragar o dia de ninguém.)

Muito bem. Christopher Cross passou das "paradas de sucesso" para os programas de flashbacks (pelo menos aqui no Brasil) e a vida foi correndo. Anos atrás, veio parar na minha mão, nem lembro mais como, uma revista-programa de alguma corrida de Fórmula Indy de 1986. E descobri que o homem aproveitou o dinheiro ganho com a música para realizar o sonho de correr de automóvel. Escolheu a Fórmula Super Vê estadunidense e dividiu grids com nomes que depois ficariam relativamente conhecidos. Já não era um garoto: nascido em 1951, era um trintão encarando disputas com pilotos no mínimo dez anos mais jovens.

Não consegui descobrir nenhum grande resultado de Christopher Cross como piloto. Em compensação, a visita casual ao site do fotógrafo Mark Windecker revelou outras imagens interessantes. Várias delas me atraíram pelas pinturas dos capacetes: típicas da época, com degradês, quadriculados, enfumaçados e colmeias. Às vezes ficava espalhafatoso, mas me agrada bem mais do que o estilo "explosão na fábrica de tintas" (a expressão é do camarada Ivan Capelli) que predomina em alguns capacetes de hoje. Estão aí embaixo. Divirtam-se!


O piloto Dave Simpson com um típico capacete Simpson lançado em 1979 (inspirado no do personagem Darth Vader, do filme "Guerra nas Estrelas"). Esse capacete fez sucesso até meados da década de 1980. A etiqueta na gola mostra que o macacão também é da... Simpson. Mera coincidência ou membro da família? A foto, de 1987, é de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com/).



Dennis Vitolo, que anos depois passou discretamente pela Fórmula Indy, em 1987. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com).


 
Ken Johnson, 1987. O efeito de colmeia no na parte azul é idêntico ao que Emerson Fittipaldi tinha em seu capacete no final da década de 1970. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com).


O brasileiro Mauro Fauza na prova de Mid Ohio em 1986. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com).



Tony George - ele mesmo, o dono do circuito de Indianapolis e criador da Indy Racing League - em ação em Mid Ohio, em 1986. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com).


Este é E. J. Lenzi. Não tenho a mínima ideia do que ele fez de bom nas pistas, mas a pintura do capacete já vale a foto. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com/). 


Rusty Scott. Foto de Mark Windecker (http://mwphoto.smugmug.com).

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3 Comentários:

OpenID verde disse...

Ken Johnson chegou a correr na Fórmula 3000 Internacional com o patrocínio da Provimi (aquela empresa que também pintava de preto o carro do Arie Luyendyk). Fez algumas corridas, bateu nas telas do circuito de Silverstone e abandonou o sonho europeu após Spa-Francorchamps.

E acho que o Dave Simpson também chegou a correr na Europa, na Fórmula 3 britânica.

quarta-feira, 20 de abril de 2011 12:14:00 BRT  
Blogger rpastor disse...

Acho que o nome correto é CHRISTOPHER GROSS.

quarta-feira, 20 de abril de 2011 16:14:00 BRT  
Blogger rpastor disse...

É... me enganei. É Cross mesmo. Vai ver é por isso que nunca achei nada dele...

quarta-feira, 20 de abril de 2011 16:16:00 BRT  

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