PandiniGP

Automobilismo, motociclismo, música, política, cinema, história... Este é um espaço para compartilhar ideias, opiniões, imagens, sonhos e loucuras. Divirta-se!

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Jornalista nascido em Santos - safra 1968 - e radicado em São Paulo desde 1985. Twitter: @pandinigp. "A única diferença entre um louco e eu é que eu não sou louco." (Salvador Dalí)

quarta-feira, 31 de março de 2010

HÁ 30 ANOS: A PRIMEIRA VITÓRIA DE PIQUET

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Por aqui, a data passou em branco - eu mesmo, engolfado pela correria diária, não me lembrei. Mas ontem, 30 de março, completaram-se 30 anos de um momento que comemorei muito: a primeira vitória de Nelson Piquet na Fórmula 1, no GP de Long Beach. Com direito a Emerson Fittipaldi terminando em terceiro lugar (depois de largar em 24° e último lugar) e subindo pela última vez ao pódio de um GP de F1. Felizmente, existem amigos como o Speeder76, que relembrou a história e contextualizou-a com perfeição em seu Continental Circus.
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Daquele final de tarde e começo de noite, tenho a lembrança de uma profunda raiva que terminou em uma imensa alegria. Raiva porque a Bandeirantes, emissora que transmitiu as corridas de F1 para o Brasil em 1980, ficou fora do ar em Santos durante todo o dia. Acompanhei a corrida pela rádio Bandeirantes, com os comentários de Edgard Mello Filho. Piquet largou na pole, disparou na frente dos adversários e passei a corrida inteiro tenso, rezando para que nada acontecesse de errado, para que aquilo acabasse logo e que Piquet ficasse com a vitória. Eu havia começado a acompanhar corridas em 1978 e nunca havia visto um brasileiro vencendo um GP. Nas voltas finais, minha tensão dobrou com a torcida por Emerson. No final, tudo acabou em festa, com o moleque de 12 anos incompletos berrando eufórico pela casa.
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Passada a euforia, veio a curiosidade de saber como seria o dia seguinte, na escola. O GP anterior, na África do Sul, havia acontecido um mês antes do de Long Beach. Durante todo esse intervalo, meu amigo Wagner Asevedo, colega de classe no colégio Santa Cecília e igualmente fanático por corridas, ficou ouvindo minha premonição: "O Piquet vai ganhar a próxima corrida". Ao longo daqueles dias, as reações do Wagner passaram da incredulidade inicial (as atuações de Piquet nas três corridas iniciais foram boas, mas não a ponto de provocar prognósticos de favoritismo para as provas seguintes) ao fastio de quem não aguentava mais ouvir a mesma coisa. Com ar triunfal, cheguei à escola na segunda-feira e ouvi do espantado Wagner: "PQP!!! Você e suas premonições... Caralho!!!"
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Depois disso, só voltei a ter nova "premonição" dez anos depois: na noite anterior ao GP de San Marino de 1990, disse a uma amiga que Riccardo Patrese seria o vencedor da corrida. Mas esta é outra história.

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segunda-feira, 29 de março de 2010

RESPOSTA AO DESAFIO

Finalmente a resposta ao desafio que lancei aqui dias atrás. Como sempre, foi transmutado em "La Mosca Blanca" - no caso, o de número 160.

sexta-feira, 26 de março de 2010

LEITURA ALTAMENTE RECOMENDÁVEL: "TIJOLAÇO", O BLOG DO DEPUTADO BRIZOLA NETO

Três posts imperdíveis de minha mais recente descoberta na blogosfera: o "Tijolaço", blogue do deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ).
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Primeiro, "Jornalismo Comparado" (em http://www.tijolaco.com/?p=10639), sobre a manchete mentirosa (mais uma) da FSP de hoje.
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Depois, "É dia de rir: depois da imprensa, agora é ONU x Serra?". Em http://www.tijolaco.com/?p=10632.
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Por fim, "Comício de bacana x festa do povão", em http://www.tijolaco.com/?p=10623.
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Brizola Neto tem estilo próprio, mas é impossível não notar, em algumas passagens, a mesma ironia de seu avô, Leonel Brizola, morto em 2004. Para quem não entendeu o nome do blogue: "tijolaços" eram os espaços publicitários que Brizola comprava nos jornais para expor as ideias e ações de seu partido. Muitas vezes, foi a única maneira de vê-las publicadas sem passar pelo, digamos, excesso de zelo dos editores da "grande mídia", os guardiães da verdade e da "objetividade jornalística".
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Leonel Brizola morreu em 2004, pouquíssimo tempo antes da explosão dos blogues. Fosse hoje, certamente destilaria sua verve na rede. Nunca fui brizolista, mas sempre o considerei uma referência na esquerda brasileira.
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segunda-feira, 22 de março de 2010

À GUISA DE "ESPECIAL 50 ANOS DE SENNA"

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Ao contrário de vários colegas, não preparei nenhuma homenagem especial pelo 50° aniversário do nascimento de Ayrton Senna. Para compensar, convido os diletos leitores a ler o La Mosca Blanca número 27, em que mostro as várias pinturas de capacete que Senna usou antes de optar pela que se tornou sua marca registrada.
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Essa aí de cima, amarela com uma faixa longitudinal (me parece verde, mas também pode ser azul ou preta) é uma delas. Mostra Senna no Mundial de Kart de 1978, em Le Mans, onde terminou em sexto. Pirateei a foto diretamente do blog do Flavio Gomes. Divirtam-se.
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quinta-feira, 18 de março de 2010

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 160: VOO BAIXO... E LENTO

Ter leitores sagazes é bom demais. Vários responderam corretamente que o moço aí em cima é Ken Hamilton conduzindo seu EAF DW2 da Eagle Aircraft com motor Chevrolet nos treinos para a 500 Milhas de Indianapolis de 1982. A concepção revolucionária não ajudou: pouco competitivo, o EAF DW2 não se classificou para a largada.

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segunda-feira, 15 de março de 2010

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 159: DECOLAGEM FORÇADA

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Leitores amigos, deliciem-se. Não é todo dia que se recebe um "cineminha" como esse, do acidente que envolveu Mário Moraes e Marco Andretti na largada da São Paulo Indy 300. Foram feitas pelos amigos Carsten Horst (largada vista por trás) e Bruno Terena (foto do carro do Mario em cima do de Marco, vistos de lado).
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Felizmente, ninguém se feriu. Pena mesmo foi ver o carro mais bonito da corrida não passar da primeira curva. O preto e dourado do Dallara-Honda de Mário fez a alegria dos fãs das Lotus pintadas nas cores dos cigarros John Player Special. A última foto, também do Terena, é uma das poucas que mostram o "KV Special" por inteiro.
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sexta-feira, 12 de março de 2010

VAMOS FALAR DE MULHERES (COM TODO O RESPEITO): BIA, DANIKA, MILKA, SIMONA E SARAH

Bia Figueiredo (Ana Beatriz, para os estadunidenses)
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Danica Patrick
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Milka Duno
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Simona de Silvestro
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Sarah Fisher

Quatro mulheres em um grid de 24 carros: a brasileira Bia Figueiredo, a estadunidense Danica Patrick, a venezuelana Milka Duno e a suíça Simona de Silvestri. Outra estadunidense, Sarah Fisher, está inscrita para a temporada 2010 mas não vai disputar a etapa brasileira.

A participação feminina na São Paulo Indy 300, abertura do campeonato da IndyCar, tem uma proporção que acredito ser inédita em uma corrida de categoria "top". Puxe pela memória e tente lembrar quais corridas tiveram mais que duas mulheres nos cockpits - corridas com uma ainda são minoria. Não valem "provas do batom" (apelido dado na década de 1960 às corridas femininas que aconteceram vez por outra aqui no Brasil) nem ralis universitários.

Boa sorte a elas.

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ASSASSINARAM GLAUCO

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É difícil receber certas notícias e não ser acometido por um forte sentimento de nostalgia. Foi assim agora de manhã, quando li a notícia de que o cartunista Glauco (Glauco Villas Boas) foi assassinado junto com seu filho Raoni. Falou-se inicialmente em tentativa de assalto à casa da família, em Osasco. Depois, confirmou-se que o assassino foi um maluco que queria sequestrar o cartunista. Queria que Glauco dissesse à sua (do maluco) mãe que ele (o maluco) era Jesus.
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Glauco, Angeli e Laerte foram dos símbolos mais presentes da "minha" década de 1980. Descobri-los fez parte do meu rito de passagem da infância para a juventude. Comecei a descobrir histórias em quadrinhos, cartuns e charges políticas muito diferentes (na forma, no conteúdo e na temática) daqueles que eu lia até então. Tinham o poder de fazer rir, mas também o de criticar e de fazer refletir.
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Há momentos em que me sinto completamente deslocado neste mundo. O duro é que não conheço outro. Descansem em paz, Glauco e Raoni.
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quarta-feira, 10 de março de 2010

CHARGE, DIRETO DA ILHA

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Tirei daqui.
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segunda-feira, 8 de março de 2010

UM POUCO DE MÚSICA, PARA VARIAR: HABIB KOITÉ E BANDA BAMADA, "I KA BARRA (YOUR WORK)"

O apelo do blogueiro foi atendido e meus solertes leitores identificaram a música que eu havia pedido. Agradeço a todos os que colocaram seus comentários tentando ajudar ou dando a informação "na exata" - na primeira audição, cheguei a pensar que fosse João Bosco. A música chama-se "I Ka Barra (Your Work)" e é tocada por Habib Koité, um músico do Mali, acompanhado pela banda Bamada.
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Cliquem no link abaixo e "viajem" no som. E, se quiserem, deixem suas impressões.
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http://www.youtube.com/watch?v=qX9Y4GdFDls&feature=related
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VAMOS FALAR DE MULHERES (COM TODO O RESPEITO): DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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Eu ia colocar outra coisa, mas achei esta imagem no http://www.ocachete.blogspot.com/.
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Para mim, todos os dias são "da mulher", tanto quanto do homem. Mas, já que criaram a efeméride, seja feita a homenagem.
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quinta-feira, 4 de março de 2010

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 158: ANCESTRAL DO PORSCHE GT3 CUP

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Camaradas, o blog vai entrar em ritmo lento nos próximos dias. ("Mais ainda?", perguntarão os galhofeiros, a quem darei total razão.) Entre sexta-feira e domingo, estarei em Curitiba cobrindo as primeiras provas do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil (categorias 997 e 996, a antiga Light). Elas farão parte da abertura do WTCC. Na medida do possível, postarei fotos e textos.
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Enquanto isso não acontece, apreciem uma imagem rara: a largada de uma corrida de Porsche 356 realizada em Nurburgring em 1953. A foto foi publicada no livro do jornalista estadunidense Karl Ludwigsen, "Excellence was Expected", verdadeira bíblia sobre qualquer coisa que se refira a Porsche.
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Tive há alguns anos o prazer de dirigir um 356, safra 1963, nas ruas de São Paulo. Passeio curto, ida e volta de um almoço com o dono da joia, mas muito bem aproveitado. Mais ainda porque, percebendo minha empolgação (visivelmente misturada com uma leve preocupação), meu amigo teve a sensibilidade de me tranquilizar com uma frase inesquecível: "Pandini, é só um carrinho velho..."
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segunda-feira, 1 de março de 2010

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 157: SUPER MARIO, 70 (E UMA DICA DE VÍDEO IMPERDÍVEL)

Uma imagem de arrepiar: Mario Andretti, campeão mundial de 1978, no cockpit do Lotus MK4 - um dos melhores carros da história da F1, e na minha opinião o mais bonito de todos os tempos. Na roda direita, conversando com Andretti, está Colin Chapman, o lendário dono e chefe do Team Lotus.
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Leio hoje no blog do camarada Ico que Mario Andretti, campeão mundial de 1978, completou ontem, 28 de fevereiro, 70 anos de idade. Um dos maiores pilotos de todos os tempos, que certamente conquistaria pelo menos mais um título na F1 se não tivesse dedicado boa parte de seus melhores anos às corridas estadunidenses.
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Durante um curto espaço de tempo, eu não tive qualquer simpatia por ele. Comecei a acompanhar corridas comovido pela morte de Ronnie Peterson, que durante a temporada de 1978 foi preterido pela Lotus em favor de Andretti (quem acha que Rubens Barrichello foi "humilhado" pela Ferrari nos tempos de Michael Schumacher não tem idéia do que Peterson suportou em sua segunda passagem pela Lotus). Garoto ainda, formei a opinião de que Andretti, estadunidense nascido em Montona d'Istria, na Itália (hoje, a cidade chama-se Motovun e pertence à Croácia), era um campeão "menor", favorecido por uma proteção que me parecia completamente injustificada.
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Minha opinião sobre Andretti mudou completamente em uma única corrida: o Grande Prêmio da Holanda de 1980. Um dos melhores GPs a que assisti, e do qual tenho ótimas lembranças: as muitas trocas de posição nas primeiras voltas, as "mágicas" de Gilles Villeneuve, a vitória de Nelson Piquet (que o fez renascer na luta pelo título com Alan Jones)... e o desempenho inspiradíssimo do "velho" Mario com o Lotus 81 - um carro nada competitivo, com o qual o campeão de 1978 ainda não havia conseguido marcar um mísero ponto na temporada. Nas dunas de Zandvoort, Andretti sentiu-se perfeitamente à vontade para encarar o aguerrido René Arnoux e o frio Carlos Reutemann em uma longa briga pelo quarto lugar.
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Assistam a este vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=wPstVxQuGyU) e vejam Andretti, com a "cadeira elétrica" que era o Lotus 81, fazendo gato e sapato de Reutemann, que pilotava o Williams FW 07 - o melhor carro da temporada. A imagem que começa por volta de 1m50s nunca saiu de minha cabeça. Poucas vezes voltei a ver um piloto defender sua posição com tanta valentia e, ao mesmo tempo, com tanta classe. Antológico.
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Minha empolgação (e a de milhões de telespectadores) com o desempenho de Andretti teve um final amargo. A apenas duas voltas do final, o Lotus parou sem combustível - na época, não se abastecia no meio da corrida. Acontecia às vezes de um piloto perceber falta de combustível e parar nas últimas voltas para um "splash and go", mas isso dependia de chegar no box antes que o tanque secasse completamente.
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Depois do título de 1978, Andretti nunca mais teve um carro competitivo na F1. Deixou a categoria no final de 1981, mas voltou em 1982 para fazer seus últimos três GPs - Long Beach, substituindo Reutemann na Williams (o argentino havia decidido parar de correr), Itália e Las Vegas, as duas últimas da temporada, pela Ferrari. Em Monza, Andretti fez sua última pole position e conseguiu seu último pódio na categoria ao terminar em terceiro lugar. De 1983 em diante, disputou prioritariamente a Indy, até se aposentar de vez no final de 1994.
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Auguri, Mario.
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