VAMOS FALAR DE MULHERES (COM TODO O RESPEITO): LOUISE EDLIND
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Creio que pouquíssimos identificaram logo de cara de quem estou falando. Mas quem assistiu "Le Mans" tem boas chances de se lembrar da atriz sueca Louise Edlind. Ela interpretou Anna, esposa do piloto suíço Johann Ritter (Fred Haltiner), companheiro de Michael Delaney (Steve McQueen) na equipe Gulf Porsche.
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Ao filmar "Le Mans", durante a 24 Horas de Le Mans de 1970, McQueen inspirou-se em vários fatos reais então recentes sobre a corrida. Louise ganhou o segundo papel feminino de maior destaque. No filme, Anna está sempre apoiando o marido e demonstra seu contentamento quando Johann Ritter, descansando após fazer seu primeiro turno de pilotagem, anuncia à esposa que aquela será sua última corrida. Não por acaso, uma história muito semelhante à do alemão Hans Herrmann, um dos vencedores da 24 Horas de Le Mans de 1970. Herrmann já havia decidido parar de correr no final daquele ano e, ao se despedir de sua mulher, Madeleine, para viajar de Stuttgart (onde morava e mora até hoje) a Le Mans, fez uma promessa: se vencesse a 24 Horas, abandonaria as pistas imediatamente. Foi exatamente o que fez: nunca mais correu.
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Louise Edlind atuou principalmente em filmes e seriados suecos. Tinha 24 anos quando fez "Le Mans". Não chegava a ter a beleza exuberante de suas conterrâneas (e contemporâneas) Anita Ekberg e Elke Sommer: seu charme era típico de uma mulher "comum" - o que a tornava igualmente atraente. Em 1999, concorreu a uma vaga no parlamento sueco pelo Partido Liberal Popular. Ficou na suplência e assumiu uma vaga em 2006. Naquele mesmo ano, concorreu novamente, mas não foi eleita.
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Marcadores: Le Mans, Louise Edlind, Vamos falar de mulheres (com todo o respeito)







1 Comentários:
Belo post, bela mulher. O que num filme de Steve McQueen não era de se estranhar. No filme Ritter usava o capacete de Pedro Rodriguez. A lembrança de Hans Hermann encerrando a carreira após a primeira vitória da Porsche mostra um momento de fidelidade no esporte que hoje, infelizmente, é quase motivo de riso.
Abraço
Claudio Paes Leme
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