PandiniGP

Automobilismo, motociclismo, música, política, cinema, história... Este é um espaço para compartilhar idéias, opiniões, imagens, sonhos e loucuras. Divirta-se!

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Nome: L-A. Pandini
Local: São Paulo, SP, Brazil

Jornalista nascido em Santos - safra 1968 - e radicado em São Paulo desde 1985. "A única diferença entre um louco e eu é que eu não sou louco." (Salvador Dalí)

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

"MEMÓRIAS DE UM ROQUEIRO POBRE"

É raro eu publicar a íntegra de textos de outros blogues. Mas gostei tanto do post "Memórias de um roqueiro pobre", do jornalista e escritor Celso Lungaretti, que não resisti à tentação de reproduzi-lo.
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Celso tem 15 ou 20 anos a mais que eu. Mas seu relato ilustra perfeitamente o que era "colecionar música" para fãs de rock, MPB, pop e outros gêneros musicais até não muito tempo atrás - dez, doze anos no máximo. Às vezes, nem adiantava ser rico: o disco em questão era dificílimo de conseguir.
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Segue o texto. Quem quise lê-lo "no original" pode clicar aqui: http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/07/memorias-de-um-roqueiro-pobre.html. E muito obrigado ao Celso por autorizar a reprodução.
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MEMÓRIAS DE UM ROQUEIRO POBRE
por Celso Lungaretti
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Um troféu que era cobiçadíssimo nas lojas de importados: a ópera-rock "Tommy" em edição de luxo, com solistas convidados.
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Os jovens que, graças ao MP 3, conseguem encontrar e baixar, num abrir e fechar de olhos, todas as músicas do seu agrado, nem imaginam como penávamos para obter os discos que eram nossos objetos de desejo, três ou quatro décadas atrás.
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Para os roqueiros, a busca era interminável. Além da grana escassa, mal crônico para a maioria de nós, havia as limitações do mercado brasileiro.
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Tirando os carros-chefes como os Beatles e os Stones, contemplados com mais lançamentos, as demais bandas e artistas dependiam do sucesso ou não do primeiro LP que saía aqui.
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Vendendo bem, as gravadoras iam lançando, aos poucos, as obras anteriores. Caso contrário, quanto muito, renovavam a aposta no disco seguinte, mas deixavam o passado pra lá. E roqueiro do meu tempo, quando gostava de uma banda, não descansava até conseguir toda sua discografia.
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Então, quem cultuasse um Moody Blues ou um King Crimson, p. ex., tinha de esperar anos para que seus primeiros discos fossem finalmente disponibilizados no Brasil. Ou recorrer às raras lojas de importados.
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A minha favorita era o Museu do Disco, na rua Dom José de Barros, centro velho de São Paulo.Os riquinhos saíam de lá com montes de elepês debaixo dos braços. Eu ficava meses namorando meus preferidos, até conseguir comprar.
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A coisa melhorou quando eu comecei a trabalhar em assessorias de imprensa. Ainda me lembro de uma viagem que fiz ao Rio de Janeiro, para divulgar um evento qualquer.
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Naquele tempo os profissionais de formação acadêmica éramos bem mais respeitados. Então (o que seria inimaginável hoje!), recebi um fixo bem generoso para as despesas, sem necessidade sequer de prestar contas na volta.
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Arrumei um hotel com preços razoáveis e uma vantagem adicional: localizado no alto do morro de Santa Teresa, permitia-me ir e vir com o bondinho que acabava de ser reativado, matando as saudades daquele que eu pegava, criança, na Praça Clóvis.
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Conhecedor do pedaço (já morara no Rio), comia em restaurantes bons e baratos, utilizava ônibus em vez de táxis, economizava de toda maneira.
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No dia da volta, constatei que conseguira poupar exatamente metade da grana recebida. Suficiente para comprar cinco LPs importados que encontrara por lá mas não eram achados em São Paulo. Se bem me lembro, quatro do Jefferson Airplane e um do Hot Tuna.
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Troféus que trouxe, orgulhoso, para casa e toquei até ficarem riscados.
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Outro episódio inesquecível foi quando, desempregado no dia do meu aniversário, saí a bater pernas pela cidade e, num sebo, descobri uma enxurrada de discos intactos (importados ainda lacrados e nacionais raros), a preço de banana.
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Pelo selo, percebi logo o que acontecera. Uma loja chique na região dos Jardins falira e parte do seu acervo deve ter sido retirado às pressas antes que o oficial de justiça lacrasse o estoque.
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Acabou aterrissando naquela lojinha fora de mão (na rua Bento Freitas), cujo dono nem sequer conhecia o real valor do que estava vendendo.
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Corri até casa e tomei um empréstimo da vizinha [a qual, aliás, era parte de uma história bizarra: seu marido morrera atingido na calçada por um carrinho de mão que desabou de um edifício em construção, daí a imobiliária indenizou a viúva com o apê ao lado do meu, mais uma graninha].
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Voltei com o dinheiro da fulana, comprei uns 40 discos, separei uma dezena para minha coleção e vendi os restantes em sebos mais categorizados, obtendo o suficiente para pagar a dívida e ainda levar minha esposa para uma modesta comemoração no rodízio do Grupo Sérgio.
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Foi o mais inesperado e inverossímil presente de aniversário que recebi na vida.
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Hoje é tudo mais fácil, mais democrático... e mais sem graça.
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ARI VATANEN X JEAN TODT, 28 ANOS DEPOIS

Ari Vatanen/David Richards, com Ford Escort...
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...e Guy Frequelin/Jean Todt, com Talbot Sunbeam Lotus. Nesta ordem, campeões e vices do Mundial de Rali em 1981. Vatanen e Todt podem se enfrentar nas eleições para a presidência da FIA, em outubro.
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Em carta enviada a todos os automóveis clubes e federações filiados à FIA, Max Mosley anunciou: não vai concorrer à presidência da FIA nas eleições de outubro próximo. E aproveitou para indicar seu sucessor: Jean Todt, mais conhecido dos brasileiros por sua atuação como diretor da Ferrari entre 1993 e 2007.
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Se Todt realmente concorrer à presidência da FIA e Ari Vatanen igualmente confirmar sua disposição de entrar no pleito, conforme antecipou o camarada Luís Fernando Ramos, teremos a reedição de uma disputa que aconteceu 28 anos atrás.
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Em 1981, duas duplas lutaram acirradamente pelo título do Campeonato Mundial de Rali: Ari Vatanen/David Richards, com Ford Escort, e Guy Frequelin/Jean Todt, com Talbot Sunbeam Lotus. Naquele ano, o Brasil sediou pela primeira vez uma etapa do Mundial. Terminaram a prova nesta ordem, que se repetiria na tabela final do campeonato.
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Aquele foi o último ano de Todt como navegador - por sinal, um dos mais vitoriosos da história do rali. Logo depois, ele assumiu o cargo de diretor esportivo do grupo PSA Peugeot Citroën, liderando as duas marcas francesas em conquistas memoráveis no Mundial de Rali, nos ralis-raid (como o Paris-Dakar e o Rali dos Faraós) e no Mundial de Esporte-Protótipos. Comandada por Todt, a Peugeot venceu a 24 Horas de Le Mans de 1993 com David Brabham/Eric Hélary/Christophe Bouchut. Foi sua despedida do grupo PSA: dez dias depois, Todt assumiu suas funções na Ferrari, com os resultados que todos conhecem.
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Vatanen, por sua vez, foi empregado de Todt na Peugeot-Citroën entre 1984 e 1996. Como piloto, conquistou, pelas duas marcas, vitórias e títulos no Mundial de Rali e no Paris-Dakar. Parou de correr e, conforme escreveu Luiz Fernando Ramos, foi deputado do parlamento europeu.
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Não vou me iludir a ponto de achar que a eleição de um ou de outro será a redenção do automobilismo mundial depois da trágica passagem de Mosley pela presidência da FIA. Mas os currículos dos dois permitem sonhar com dias melhores no comando da FIA, caso um deles seja eleito. A conferir.
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Apenas como curiosidade, vale a pena conhecer (ou relembrar) as trajetórias dos "outros" componentes das duplas que lutaram pelo título mundial de rali de 1981.
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Guy Frequelin, o piloto de Todt, chefiou o departamento de competições da Citroën até dois anos atrás. Teve importância fundamental nos primeiros títulos da dupla Sébastien Loeb/Daniel Helena no Mundial de Rali. Aposentou-se há dois anos.
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David Richards, navegador de Vatanen, abriu sua própria empresa, a ProDrive. Com ela, levou a Subaru ao título mundial de rali em 1995, além de comandar a equipe de endurance da Aston Martin e de ter chefiado a BAR-Honda no começo da década de 2000.
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Quatro pessoas, quatro personalidades, todas com uma qualidade em comum: competência. Suas conquistas, individuais ou em grupo, não aconteceram à toa.

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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 142: VERSÁTIL

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Um monte de gente já deu antes de mim, mas eu não poderia deixar de colocar esta imagem enviada pelo Ricardo Divila. Um Porsche 917, legítimo puro-sangue das pistas, circulando por uma estrada da Alemanha. A foto deve ser de meados da década de 1970, pois o Golf (modelo que aparece logo atrás do 917) só foi lançado na Alemanha em 1975*.
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No final da década de 1960, o regulamento da FIA para o Campeonato Mundial de Marcas determinava que os protótipos deveriam ter uma série de itens presentes em qualquer carro esporte de rua - entre eles, estepe, piscas e buzina. Daí ser perfeitamente possível a um 917 andar nas ruas sem qualquer admoestação da "polizei" - que, por sinal, também tinha (tem até hoje) carros Porsche em sua frota.
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*Obrigado ao Politicamente Incorreto, que forneceu a data exata.

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Domingo, 12 de Julho de 2009

PORSCHE MUSEUM - NÚMERO 6: O PORSCHE VENCEDOR NA FÓRMULA 1

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O carro mostrado acima é muito especial na história da Porsche. Foi com ele que a marca alemã obteve sua única vitória em um GP válido pelo Campeonato Mundial de Fórmula 1 - o da França de 1962, com Dan Gurney ao volante. Além dessa corrida, Gurney e a Porsche venceram outra, extracampeonato, realizada em Solitude, um circuito localizado próximo a Stuttgart.
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As estatísticas apontam a presença da Porsche como construtor participante do Campeonato Mundial de Fórmula 1 entre 1958 e 1964. Mas a marca só teve equipe oficial durante duas temporadas, 1961 e 1962. Nos outros anos, os carros Porsche foram inscritos por equipes particulares. Alguns deles não eram monopostos e sim modelos esportivos como o 550 e o RSK. Na época, os organizadores do GP da Alemanha aceitavam a inscrição de carros esporte e de F2 para aumentar o grid e evitar longos períodos sem passagem de carros pelos quase 23 km do circuito de Nürburgring.
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O Porsche 804 seguia fielmente a "receita Porsche": era muito leve (pesava 461 kg) e tinha motor boxer (de 8 cilindros) refrigerado a ar. Aos observadores mais atentos, chamam a atenção as rodas semelhantes às dos Porsche e Volkswagen de rua da época. Gurney tinha como companheiro de equipe o sueco Jo Bonnier.
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A história do 804 não foi muito longa. Naquele ano de 1962, a prioridade da empresa era desenvolver o novo carro esporte que chegaria às ruas no final de 1963 - o 911. A Porsche já tinha fama, mas estava longe de ter o poderio financeiro necessário para sustentar uma equipe da já cara Fórmula 1. Diante disso, preferiu encerrar sua participação oficial na categoria e concentrar-se nas menos dispendiosas, mas importantes categorias de carros esporte.
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O nome Porsche continuou presente na F1 até 1964 por meio do modelo 718 inscrito pela Ecurie Maasbergen para o piloto holandês Carel Godin de Beaufort. A Porsche só voltaria a participar da F1 quase vinte anos depois, construindo o motor TAG turbo que equipou com sucesso os carros da McLaren entre 1983 e 1987. Mas esta é outra história, que será contada mais adiante.
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As primeiras fotos deste post são do Porsche 804 no museu da fábrica em Stuttgart. As duas últimas imagens mostram Gurney a caminho da vitória no GP da França de 1962 e a reprodução do poster promocional feito pela Porsche para celebrar a conquista.
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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

ABOBRINHAS DA "CELEBRIDADELÂNDIA"

Você conhece o ator estadunidense Ashton Kutcher? Se não conhece, apresento-o. Na foto abaixo, ele é o rapaz de camiseta amarela e aparece junto com seus companheiros do "núcleo jovem" do seriado "That 70's Show". Da esquerda para a direita e de cima para baixo: a gatíssima Laura Preppon, Topher Grace, Mila Kunis (também muito... ehr... apetecível), Danny Masterson, Ashton Kutcher e Wilmer Valderrama.
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Feitas as apresentações, vamos aos fatos. Eles foram narrados no blog "Os Amigos do Presidente Lula" e mostram o nível de demência que pode assolar certas pessoas tratadas como "celebridades".
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A campanha pela saída de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado teve momentos hilários. Quem leu, viu o caldo que as "subcelebridades brasileiras" tomaram do ator americano Ashton Kutcher.
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No Twitter, o apresentador da MTV Marcos Mion, Junior Lima, irmão da sonsa Sandy, e o ator Global Bruno Gagliasso formaram um grupo chamado "Os Piratas" e iniciaram uma campanha para convencer o ator americano Ashton Kutcher a postar as palavras "fora Sarney" no seu Twitter.
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O Junior (que diz ser cantor) enviou um recado para o ator americano: “Você é importante para tornar nossa opinião importante”. Kutcher, que tem o perfil mais popular, seguido por 2,5 milhões de pessoas, respondeu para os brasileiros: "Para os brasileiros; só VOCÊS têm o poder de afastar seu senador. É o SEU país. VOCÊS devem lutar pelo que acreditam. Eu não tenho voto".
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Não tenho mais comentários a fazer.

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

BLOGOSFERA EM MOVIMENTO (E UM RECADO AOS LEITORES QUE MANDARAM MATERIAL)

Muito trabalho e tempo extra disponível sendo aproveitado de outras maneiras. Resultado: menos dedicação a este espaço do que de costume. Por conta disso, diversas novidades da blogosfera ou da lista de blogues à esquerda passaram em branco nas últimas semanas. Então, segue um resumo do que há de novo por aí - em ordem alfabética, para não melindar ninguém.
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Bandeira Quadriculada O incansável Paulo Peralta descobriu que um site não é suficiente para seus achados arqueológicos automobilísticos e resolveu abrir também Blog do Quadriculada.
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Blog do Baldini Meu amigo Wilson Baldini Júnior é um dos jornalistas que mais conhecem boxe no Brasil. Esteve em lutas históricas - em especial as que terminaram em confusão, como aquela de 1997 em que Mike Tyson mordeu a orelha de Evander Holyfield. Finalmente abriu seu espaço para dividir as histórias com os fanáticos.
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Brasília, eu vi Análise política do jornalista Leandro Fortes, da revista Carta Capital.
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Cloaca News Mais uma alternativa para quem deseja uma cobertura crítica de fatos que certa mídia insiste em ignorar.
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Diário Motorsport Deveria estar aqui há tempos. É o blogue do jornalista Américo Teixeira Júnior.
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Estado de Circo Fazia muito tempo que eu queria incluir o divertido blogue do jornalista Rodrigo Borges. Finalmente está aqui. Curtam as ironias e riam com suas sacadas.
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Estranho Encontro Você gosta de cinema nacional? Sente falta de análises e críticas bem fundamentadas, inclusive sobre filmes esquecidos há décadas? Então, este é seu endereço. Se o seu filme preferido não está lá, aguarde: sua autora, a pesquisadora Andrea Ormond, vai colocá-lo ali mais cedo ou mais tarde. De quebra, o blogue oferece diversos links para quem se interessa pelo assunto.
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Notícia Grátis Sua proposta é a mesma do Sivuca: um "blogue-portal" para diversos blogues que oferecem coberturas e pontos de vista distintos da monotemática "grande mídia".
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O Sapo de Arubinha Do amigo e colega Mário Sérgio Venditti. Boa opção para quem curte futebol. Não me perguntem por que ele batizou o blogue com esse nome.
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Petrobras Fatos e Dados Deu origem a chiliques da "grande mídia" nativa, inconformada por não ter mais o monopólio da edição e difusão das informações que recebe.
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Por último, o recado mencionado no título deste post é dirigido aos leitores que, nas últimas semandas, enviaram fotos e outras colaborações: vosso material será publicado em breve. Tenham mais um pouquinho de paciência, por favor.
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Terça-feira, 30 de Junho de 2009

LA MOSCA BLANCA - NÚMERO 141: AS DUAS LENDAS

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Já que falamos tanto de Valentino Rossi e Giacomo Agostini, uma imagem dos dois juntos. No total, são 23 títulos mundiais e 222 vitórias.
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O senhor à direita conseguiu a façanha de não perder nenhum GP da "500" entre 1968 e 1970. Numa época em que ser piloto de motocicleta era muito mais perigoso do que hoje, deixou as pistas inteiro, sem ter sofrido qualquer acidente grave. E conserva até hoje o (talvez involuntário) jeito de galã "marcello-mastroiânico" que ostentava na juventude.
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

VALE 100

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Mais um momento histórico de Valentino Rossi: sábado, no GP da Holanda, o italiano tornou-se o segundo piloto a alcançar a marca de 100 vitórias em provas válidas pelo Campeonato Mundial de Motovelocidade, somando todas as categorias que disputou (125, 250 e 500/MotoGP).
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O GP da Holanda não foi tão emocionante quanto o anterior, em Barcelona. Mas a perspectiva de Rossi alcançar a centésima vitória já foi suficiente para criar expectativa. Como seria a comemoração? A resposta está registrada nas fotos acima: no meio da pista, Rossi e alguns fãs abriram uma imensa faixa com imagens de cada uma das 99 vitórias anteriores.
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À frente de Rossi, aparece apenas um piloto: o compatriota Giacomo Agostini, com 122 vitórias conquistadas nas décadas de 1960 e 1970 nas categorias 500 e 350. O próprio Agostini aposta que seu recorde será batido nos próximos dois ou três anos, no máximo. E a façanha de Rossi seria ainda mais espetacular. Na época de Agostini, era corriqueiro os pilotos disputarem mais de uma categoria na mesma temporada. Quando Rossi chegou ao Mundial, isso já não acontecia mais.
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Por essa razão, é muito difícil (embora não impossível, por enquanto) que Rossi supere outro recorde de Agostini: o de títulos mundiais. Foram 15, sendo oito na 500 e sete na 350 - em várias ocasiões, ele foi campeão das duas na mesma temporada. Rossi tem oito títulos, sendo seis na categoria principal, um na 250 e um na 125. Outro piloto, o espanhol Angel Nieto, tem 13 títulos mundiais, conquistados entre 1969 e 1984 nas categorias 50 e 125.

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